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Percorrer a poesia portuguesa dos últimos dois
séculos é a proposta desta inovadora antologia. Aqui vai encontrar uma panorâmica
correcta desta nobre arte, escolhida e assinalada para caber em mensagens SMS. De Almeida
Garrett a Camilo Pessanha, Fernando Pessoa a Maria do Rosário Pedreira, 100 poetas
portugueses propõem-lhe as mais magníficas mensagens retiradas do esplendor das
suas obras.
Transforme o seu telemóvel no veículo destas palavras, encha os seus
contactos de poesia.
Os 100 Poetas:
Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Soares dos Passos, João de
Deus, Antero de Quental, Gomes Leal, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, António Nobre,
Camilo Pessanha, Ângelo de Lima, Augusto Gil, Teixeira de Pascoaes, António Corrêa
d'Oliveira, Ricardo Reis, Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Mário de
Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros, Américo Durão, Florbela Espanca, António
Botto, Edmundo Bettencourt, José Gomes Ferreira, Vitorino Nemésio, José Régio, Saúl
Dias, Pedro Homem de Mello, António Gedeão, Adolfo Casais Monteiro, Ruy Cinatti, Sophia
de Mello Breyner Andresen, Jorge de Sena, Sidónio Muralha, Raul de Carvalho, Carlos de
Oliveira, Egito Gonçalves, Natália Correia, Alexandre Pinheiro Torres, António Ramos
Rosa, Eugénio de Andrade, Alexandre O'Neill, Daniel Filipe, Victor Matos e Sá, António
Maria Lisboa, Fernando Guimarães, Fernando Echevarría, Isabel Meyrelles, Albano Martins,
Eugénio Lisboa, E. M. de Melo e Castro, Cristóvam Pavia, António Osório, Ruy Belo,
Pedro Tamen, Manuel Alegre, Alberto Pimenta, Fernando Assis Pacheco, Maria Teresa Horta,
Armando Silva Carvalho, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge, Sebastião Alba,
Gastão Cruz, Inês Lourenço, Vasco Graça Moura, Manuel António Pina, José Alberto de
Oliveira, Al Berto, José Agostinho Baptista, Eduardo Pitta, Nuno Júdice, Luís Filipe
Castro Mendes, Rosa Alice Branco, Carlos Poças Falcão, Carlos Saraiva Pinto, Ana Luísa
Amaral, Luís Miguel Nava, Jorge de Sousa Braga, Luís Adriano Carlos, Maria do Rosário
Pedreira, Adília Lopes, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Fernando Pinto do Amaral, Francisco
Duarte Mangas, Francisco José Viegas, José Tolentino Mendonça, João Luís Barreto
Guimarães, Jorge Melícias, Daniel Faria, Beatriz Reina, valter hugo mãe, José Mário
Silva, Pedro Mexia, Joaquim Cardoso Dias, José Luís Peixoto, Jorge Reis-Sá e Pedro
Sena-Lino.
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Almeida Garrett
(1799-1854); «Beleza», Folhas Caídas, Lisboa, Circulo de Leitores, 1970 |
Alexandre Herculano
(1810-1877); «A graça», Antologia da Poesia Portuguesa
Vol. II, Introdução, selecção e notas de AlexandrecPinheiro Torres, Porto,
Lello & Irmão Editores, 1977 |
Camilo Castelo Branco
(1825-1890); «Visconde de Benalcanfor», Nas Trevas
Lisboa, Livraria Editora, Tavares Cardoso & Irmão, 1890 |
Soares dos Passos
(1826-1860); «Desalento», Poesias, Porto, Lello & Irmão Editores, 1984 |
João de Deus
(1830-1896); «Lágrima celeste», Antologia da Poesia Portuguesa Vol. II,
Introdução, selecção e notas de Alexandre Pinheiro Torres, Porto, Lello & Irmão Editores, 1977 |
Antero de Quental
(1842-1891); «Evolução», Sonetos, Vila do Conde Lisboa, Centro de
Estudos Anterianos / Editorial Presença, 1996 |
Gomes Leal
(1848-1921); «Risadas», Antologia Poética, Lisboa,
Rolim, s/d |
Guerra Junqueiro
(1850-1923); «Adoração», Antologia da Poesia Portuguesa Vol. II,
Introdução, selecção e notas de Alexandre Pinheiro Torres, Porto, Lello & Irmão
Editores, 1977 |
Cesário Verde
(1855-1886); «Arrojos», O Livro de Cesário Verde, Lisboa, Editorial Minerva, s/d |
António Nobre
(1867-1900); «Balada do caixão», Antologia da Poesia Portuguesa Vol.
II, Introdução, selecção e notas de Alexandre Pinheiro Torres, Porto, Lello &
Irmão Editores, 1977 |
Camilo Pessanha
(1867-1926); «Paisagens do Inverno I», Clepsidra, Coimbra, A Mar Arte, 1994 |
Ângelo de Lima
(1872-1921); «[Para-me de repente o pensamento]», Poesia, Lisboa, Assírio
& Alvim, 1996 |
Augusto Gil
(1873-1929); «Cantigas», Versos, Lisboa, Portugália, 1956 |
Teixeira de Pascoaes
(1877-1952); «Elegia do amor», Para a Luz. Vida Etérea. Elegias. O Doido e a Morte,
Lisboa, Assírio & Alvim, 1999 |
António Corrêa dOliveira
(1879-1960); «Palavras leva-as o vento», Redondilhas, Porto, Livraria
Figueirinhas, 1948 |
Ricardo Reis
(1887-); «Ode», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000 . |
Fernando Pessoa
(1888-1935); «Nevoeiro», Mensagem, Lisboa, Assírio & Alvim, 1997 |
Alberto Caeiro
(1889-1915); «O Guardador de Rebanhos - XXIV», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim,
2001 |
Álvaro de Campos
(1890-); «Escrito num navio abandonado em viagem», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim,
2002 |
Mário de Sá-Carneiro
(1890-1916); «Fim», No Lado Esquerdo da Alma, Coimbra, Alma Azul, 2000 |
José de Almada Negreiros
(1893-1970); «[O que hoje aprendi para dizer-me]», Poemas, Lisboa, Assírio & Alvim,
2001 |
Américo Durão
(1893-1972); «Das Horas», Tântalo, Lisboa, 2.ª ed., edição do autor, 1946 |
Florbela Espanca
(1894-1930); «Amar!», Charneca em Flor, Sonetos, Lisboa, Bertrand
Editora, 1982 |
António Botto
(1897-1959); «[É difícil na vida achar alguém]», Os Sonetos, As
Canções de António Botto, Lisboa, Livraria Bertrand, 14.ª ed., s/d. |
Edmundo Bettencourt
(1899-1973); «Canção», Ligação, Poemas de Edmundo Bettencourt, Lisboa,
Assírio & Alvim, 1999 |
José Gomes Ferreira
(1900-1985); «II», Cidade Intacta, Poesia V, Lisboa, Portugália, 1973 |
Vitorino Nemésio
(1901-1978); «Para que me deixem», O Bicho Harmonioso, Poesia
(1935-1940), Lisboa, Bertrand Editora, 1986 |
José Régio
(1901-1969); «Cântigo Negro», Poemas de Deus e do Diabo, V. N. Famalicão,
Quasi Edições, 2002 |
Saúl Dias
(1902-1983); «Sangue», Sangue, Obra Poética, 3.º ed., Porto, Campo das
Letras, 2001 |
Pedro Homem de Mello
(1904-1984); «Verdade», Príncipe Perfeito, Lisboa, Edições Gama, 1945 |
António Gedeão
(1906-1997); «Pedra Filosofal», Poesias Completas (1956-1967), Lisboa, 1971. |
Adolfo Casais Monteiro
(1908-1972); «Praia», Confusão, Versos, Lisboa, Edições Inquérito, 1944 |
Ruy Cinatti
(1915-1986); «Lembranças...», Archeologia ad usum Animae, Lisboa, Editorial Presença,
2000 |
Sophia de Mello Breyner Andresen
(1919-); «Promessa», Dia do Mar, Lisboa, Edições Ática, 1961 |
Jorge de Sena
(1919-1978); «La Tour de Carol, nos Pirenéus», Peregrinatio ad Loca Infecta,
Lisboa, 1969 |
Sidónio Muralha
(1920-1980); «Certeza», Companheira dos Homens, Lisboa, edição do autor, 1950 |
Raul de Carvalho
(1920-1984); «[Graças a Deus que eu morro]», Elsinore, Porto, Brasília
Editora, 1980 |
Carlos de Oliveira
(1921-1981); «Soneto castelhano de Camões», Terra de Harmonia, Trabalho
Poético, Lisboa, Círculo de Leitores, 2001 |
Egito Gonçalves
(1922-2001); «[Uma declaração de amor não é acontecimento do]», O Mapa do Tesouro,
Porto, Campo das Letras, 1998 |
Natália Correia
(1923-1993); «Do sentimento trágico da vida», Poemas, O Sol nas Noite e
o Luar nos Dias I, Lisboa, Circulo
de Leitores, 1993 |
Alexandre Pinheiro Torres
(1923-1999); «Escapade», A Terra de Meu Pai, Lisboa, Plátano Editora, 1972 |
António Ramos Rosa
(1923); «[É por ti que escrevo que não és musa nem deusa]», O Teu Rosto, Antologia
Poética, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2001 |
Eugénio de Andrade
(1923); «IX. Madrigal», As Mãos e os Frutos, Poesia, Porto,
Fundação Eugénio de Andrade, 2000 |
Alexandre ONeill
(1924-1986); «Um adeus português», No Reino da Dinamarca, Poesias
Completas, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000. |
Daniel Filipe
(1925-1964); «6», A Invenção do Amor, Lisboa, Editorial Presença, 1988 |
Victor Matos e Sá
(1927-1975); «[Quando os teus olhos absorvem]», Companhia Violenta, Coimbra,
Centelha, 1980 . |
António Maria Lisboa
(1928-1953); «Z», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 1995 |
Fernando Guimarães
(1928); «[O poema nasce]», A Face Junto ao Vento, Poesias Completas
Vol. I: 1952-1988, Porto, Edições Afrontamento, 1994 |
Fernando Echevarría
(1929); «[Por fim, era a lavoura que lhe retinha os anos]», Geórgicas, Porto,
Edições Afrontamento, 1998 |
Isabel Meyrelles
(1929); «[Tu já me arrumaste no armário dos restos]», O Rosto Deserto, Lisboa,
edição da autora, 1966 |
Albano Martins
(1930); «[Não sei que mistério]», Secura Verde, Assim São as Algas,
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Eugénio Lisboa
(1930); «A capital da memória I», A Matéria Intensa, Lisboa,
Peregrinação, 1985 |
E. M. de Melo e Castro
(1932); «[de amor se faz amor]», Resistência das Palavras, Círculos
Afins, Lisboa, Assírio & Alvim, 1977 |
Cristóvam Pavia
(1933-1968); «[Os candeeiros flutuam, líricos, na névoa.]», 35 Poemas, Poesia,
Lisboa, Moraes Editores, 1982 |
António Osório
(1933); «[Um anel te dei]», O Lugar do Amor, O Lugar do Amor e Décima
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Ruy Belo
(1933-1978); «POVOAMENTO», Aquele Grande Rio Eufrates, Todos os Poemas,
Lisboa, Assírio & Alvim, 2000 |
Pedro Tamen
(1934); «[Tenho uma coisa para te entregar]», Escrito de Memória, Retábulo
das Matérias (1956-2001), Lisboa, Gótica, 2001 |
Manuel Alegre
(1936); «Teoria do amor», Sonetos do Obscuro Quê, Obra Poética,
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Alberto Pimenta
(1937); «A individualidade do meu geral», O Labirintodonte, Obra Quase
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Fernando Assis Pacheco
(1937-1995); «Com a tua letra», Cuidar dos Vivo, A Musa Irregular, Porto,
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Maria Teresa Horta
(1937); «Sem ti», Só de Amor, Lisboa, Quetzal Editores, 199995); «Com a tua
letra», Cuidar dos Vivo, A Musa Irregular, Porto, Edições Asa, 1997 |
Armando Silva Carvalho
(1938); «A Outra Banda», Lisboas, Lisboa, Quetzal Editores, 2000 |
Fiama Hasse Pais Brandão
(1938); «Da voz das coisas», As Fábulas, Vila Nova de Famalicão, Quasi
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Luiza Neto Jorge
(1939-1989); «Baixo Relevo», Os Sítios Sitiados, Poesia, Lisboa, Assírio
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Sebastião Alba
(1940-2000); «[Como na cabina rangente de um velho navio]», A Noite Dividida,
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Gastão Cruz
(1941); «Contrato», Crateras, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000 |
Inês Lourenço
(1942); «Rua de Camões», Cicatriz 100%, Um Quarto com Cidades ao Fundo,
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Vasco Graça Moura
(1942); «ó meu amor, não te atrases», letras do fado vulgar, Poesia
1997/2000, Lisboa, Quetzal Editores, 2000 |
Manuel António Pina
(1943); «O lado de fora», O Caminho de Casa, Poesia Reunida,
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José Alberto de Oliveira
(1945); «[teu olhar de infância]», A Água do Nome, Porto, Edições
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Al Berto
(1948-1997); «Lunário» (excerto), Lunário, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999 |
José Agostinho Baptista
(1948); «Palavras», Agora e na Hora da Nossa Morte, Lisboa, Assírio &
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Eduardo Pitta
(1949); «[E só agora]», Um Cão de Angústia Progride, Marcas de Água,
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Nuno Júdice
(1949); «Rotação», Pedro, Lembrando Inês, Lisboa, Publicações Dom Quixote,
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Luís Filipe Castro Mendes
(1950); «Gestos», A Ilha dos Mortos, Lisboa, Quetzal Editores, 1991 |
Rosa Alice Branco
(1950); «Dia de Aniversário», Da Alma e dos Espíritos Animais, Porto, Campo
das Letras, 2001 |
Carlos Poças Falcão
(1951); «32», Nuvem, Guimarães, Pedra Formosa, 2000 |
Carlos Saraiva Pinto
(1952); «[atravesso o bosque]», Escrever foi um engano, Porto, O correio dos
navios, 2000 |
Ana Luísa Amaral
(1956); «As pequenas gavetas do amor», Imagias, Lisboa, Gótica, 2002 |
Luís Miguel Nava
(1957-1995); «Só para mim», Rebentação, Poesia Completa 1979-1994,
Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2002 |
Jorge de Sousa Braga
(1957); «[A borboleta que poisou]», Fogo Sobre Fogo, Lisboa, Fenda, 1998 |
Luís Adriano Carlos
(1957); «Acróstico», Livro de Receitas, Porto, Campo das Letras, 2000 |
Maria do Rosário Pedreira
(1959); «[Quando eu morrer não digas a ninguém que foi por ti]», O Canto do Vento
nos Ciprestes, Lisboa, Gótica, 2001 |
Adília Lopes
(1960); «Louvor de Andersen e de Boccaccio», O Peixe na Água, Lisboa &
etc., 1993 |
Daniel Maia-Pinto Rodrigues
(1960); «Mais tarde do que a noite», A Sorte Favorece os Rapazes, Porto,
Cadernos do Campo Alegre, 2001 |
Fernando Pinto do Amaral
(1960); «Segredo», Às Cegas, Lisboa, Relógio DÁgua, 1997 . |
Francisco Duarte Mangas
(1960); «[A água é tão límpida]», Pequeno Livro da Terra, Lisboa, Teorema,
1996 |
Francisco José Viegas
(1962); «Diriam de nós», ‘Caligrafias’,Metade da Vida, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2002 |
José Tolentino Mendonça
(1965); «Uma coisa a menos para adorar», Baldios, Lisboa, Assírio & Alvim,
1999 |
João Luís Barreto Guimarães
(1967); «15», 3, Lisboa, Gótica, 2001 |
Jorge Melícias
(1970); «[Extasiados, os animais detêm-se ao longe,]», Iniciação ao Remorso,
Coimbra, A Mar Arte, 1998 |
Daniel Faria
(1971-1999); «Sei bem que não mereço um dia entrar no céu», Explicação das
Árvores e de Outros Animais, Porto, Fundação Manuel Leão, 1998 |
Beatriz Reina
(1971); «[Sinto que podia escrever o mar sobre os nossos]», O Meu Amor no Teu
Coração, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 1999 |
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valter hugo mãe
(1971); «[as garças já não passam]», três minutos antes de a maré encher, V. N. Famalicão, Quasi Edições, 2000 |
José Mário Silva
(1972); «O teu olhar sustenta o céu imenso», Nuvens & Labirintos, Lisboa, Gótica,
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Pedro Mexia
(1972); «Eu amo», Avalanche, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2001 |
Joaquim Cardoso Dias
(1973); «O Preço das Casas», O Preço das Casas, Lisboa, Gótica, 2002 |
José Luís Peixoto
(1974); «[mãe, cada palavra que me ensinaste (...)]», A Casa, a Escuridão,
Lisboa, Temas e Debates, 2002 |
Jorge Reis-Sá
(1977); «[a cadeira está vazia, um corpo ausente]», A Palavra no Cimo das Águas,
Porto, Campo das Letras, 2000 . |
Pedro Sena-Lino
(1977); «[peregrinação]», Constelação dos Antípodas, Lisboa, Litera Pura,
2000 |
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valter hugo mãe e Jorge
Reis-Sá são os responsáveis pela Quasi Edições. Ambos mantêm um percurso na
literatura; hugo mãe prepara a edição do seu oitavo livro de poesia, Reis-Sá publicou
três livros de poesia e prepara o seu primeiro romance. Organizaram várias antologias;
Reis-Sá é responsável pela reunião dos poetas dos "Anos 90 e Agora", hugo
mãe antologiou Adília Lopes, Saúl Dias, e também os poetas que Amália cantou, bem
como 100 poemas com a palavra futuro a convite da Porto 2001. |
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April 06, 2003
BOA!BOA!
Confesso estar muito agradado com a vossa edição de 100 poemas para sms.
Continuem assim originais!
Duarte Barrilaro Ruas
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