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A Alma não é Pequena
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A alma não é pequena - 100 poemas portugueses para sms
 
Autores: valter hugo mãe e
Jorge Reis-Sá
Nº Páginas: 128
ISBN: 972-8426-64-X
Dep Legal: 191.913/03
Preço  (papel): 11,00 Euros
Data da 1ª Edição: Fev./2003
Colecção: Soluções
. Introdução
. Os Autores
. Índice
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. Comentários dos leitores
 
Introdução

Percorrer a poesia portuguesa dos últimos dois séculos é a proposta desta inovadora antologia. Aqui vai encontrar uma panorâmica correcta desta nobre arte, escolhida e assinalada para caber em mensagens SMS. De Almeida Garrett a Camilo Pessanha, Fernando Pessoa a Maria do Rosário Pedreira, 100 poetas portugueses propõem-lhe as mais magníficas mensagens retiradas do esplendor das suas obras.
Transforme o seu telemóvel no veículo destas palavras, encha os seus contactos de poesia.

Os 100 Poetas:
Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Soares dos Passos, João de Deus, Antero de Quental, Gomes Leal, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, António Nobre, Camilo Pessanha, Ângelo de Lima, Augusto Gil, Teixeira de Pascoaes, António Corrêa d'Oliveira, Ricardo Reis, Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros, Américo Durão, Florbela Espanca, António Botto, Edmundo Bettencourt, José Gomes Ferreira, Vitorino Nemésio, José Régio, Saúl Dias, Pedro Homem de Mello, António Gedeão, Adolfo Casais Monteiro, Ruy Cinatti, Sophia de Mello Breyner Andresen, Jorge de Sena, Sidónio Muralha, Raul de Carvalho, Carlos de Oliveira, Egito Gonçalves, Natália Correia, Alexandre Pinheiro Torres, António Ramos Rosa, Eugénio de Andrade, Alexandre O'Neill, Daniel Filipe, Victor Matos e Sá, António Maria Lisboa, Fernando Guimarães, Fernando Echevarría, Isabel Meyrelles, Albano Martins, Eugénio Lisboa, E. M. de Melo e Castro, Cristóvam Pavia, António Osório, Ruy Belo, Pedro Tamen, Manuel Alegre, Alberto Pimenta, Fernando Assis Pacheco, Maria Teresa Horta, Armando Silva Carvalho, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge, Sebastião Alba, Gastão Cruz, Inês Lourenço, Vasco Graça Moura, Manuel António Pina, José Alberto de Oliveira, Al Berto, José Agostinho Baptista, Eduardo Pitta, Nuno Júdice, Luís Filipe Castro Mendes, Rosa Alice Branco, Carlos Poças Falcão, Carlos Saraiva Pinto, Ana Luísa Amaral, Luís Miguel Nava, Jorge de Sousa Braga, Luís Adriano Carlos, Maria do Rosário Pedreira, Adília Lopes, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Fernando Pinto do Amaral, Francisco Duarte Mangas, Francisco José Viegas, José Tolentino Mendonça, João Luís Barreto Guimarães, Jorge Melícias, Daniel Faria, Beatriz Reina, valter hugo mãe, José Mário Silva, Pedro Mexia, Joaquim Cardoso Dias, José Luís Peixoto, Jorge Reis-Sá e Pedro Sena-Lino.


Índice
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Almeida Garrett
(1799-1854); «Beleza», Folhas Caídas, Lisboa, Circulo de Leitores, 1970
Alexandre Herculano
(1810-1877); «A graça», Antologia da Poesia Portuguesa
– Vol. II, Introdução, selecção e notas de AlexandrecPinheiro Torres, Porto, Lello & Irmão Editores, 1977
Camilo Castelo Branco
(1825-1890); «Visconde de Benalcanfor», Nas Trevas Lisboa, Livraria Editora, Tavares Cardoso & Irmão, 1890
Soares dos Passos
(1826-1860); «Desalento», Poesias, Porto, Lello & Irmão Editores, 1984
João de Deus
(1830-1896); «Lágrima celeste», Antologia da Poesia Portuguesa – Vol. II, Introdução, selecção e notas de Alexandre Pinheiro Torres, Porto, Lello & Irmão Editores, 1977
Antero de Quental
(1842-1891); «Evolução», Sonetos, Vila do Conde – Lisboa, Centro de Estudos Anterianos / Editorial Presença, 1996
Gomes Leal
(1848-1921); «Risadas», Antologia Poética, Lisboa,
Rolim, s/d
Guerra Junqueiro
(1850-1923); «Adoração», Antologia da Poesia Portuguesa – Vol. II, Introdução, selecção e notas de Alexandre Pinheiro Torres, Porto, Lello & Irmão Editores, 1977
Cesário Verde
(1855-1886); «Arrojos», O Livro de Cesário Verde, Lisboa, Editorial Minerva, s/d
António Nobre
(1867-1900); «Balada do caixão», Antologia da Poesia Portuguesa – Vol. II, Introdução, selecção e notas de Alexandre Pinheiro Torres, Porto, Lello & Irmão Editores, 1977
Camilo Pessanha
(1867-1926); «Paisagens do Inverno – I», Clepsidra, Coimbra, A Mar Arte, 1994
Ângelo de Lima
(1872-1921); «[Para-me de repente o pensamento]», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 1996
Augusto Gil
(1873-1929); «Cantigas», Versos, Lisboa, Portugália, 1956
Teixeira de Pascoaes
(1877-1952); «Elegia do amor», Para a Luz. Vida Etérea. Elegias. O Doido e a Morte, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999
António Corrêa d’Oliveira
(1879-1960); «Palavras leva-as o vento», Redondilhas, Porto, Livraria Figueirinhas, 1948
Ricardo Reis
(1887-); «Ode», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000 .
Fernando Pessoa
(1888-1935); «Nevoeiro», Mensagem, Lisboa, Assírio & Alvim, 1997
Alberto Caeiro
(1889-1915); «O Guardador de Rebanhos - XXIV», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001
Álvaro de Campos
(1890-); «Escrito num navio abandonado em viagem», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 2002
Mário de Sá-Carneiro
(1890-1916); «Fim», No Lado Esquerdo da Alma, Coimbra, Alma Azul, 2000
José de Almada Negreiros
(1893-1970); «[O que hoje aprendi para dizer-me]», Poemas, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001
Américo Durão
(1893-1972); «Das Horas», Tântalo, Lisboa, 2.ª ed., edição do autor, 1946
Florbela Espanca
(1894-1930); «Amar!», ‘Charneca em Flor’, Sonetos, Lisboa, Bertrand Editora, 1982
António Botto
(1897-1959); «[É difícil na vida achar alguém]», ‘Os Sonetos’, As Canções de António Botto, Lisboa, Livraria Bertrand, 14.ª ed., s/d.
Edmundo Bettencourt
(1899-1973); «Canção», ‘Ligação’, Poemas de Edmundo Bettencourt, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999
José Gomes Ferreira
(1900-1985); «II», ‘Cidade Intacta’, Poesia V, Lisboa, Portugália, 1973
Vitorino Nemésio
(1901-1978); «Para que me deixem», ‘O Bicho Harmonioso’, Poesia (1935-1940), Lisboa, Bertrand Editora, 1986
José Régio
(1901-1969); «Cântigo Negro», Poemas de Deus e do Diabo, V. N. Famalicão, Quasi Edições, 2002
Saúl Dias
(1902-1983); «Sangue», ‘Sangue’, Obra Poética, 3.º ed., Porto, Campo das Letras, 2001
Pedro Homem de Mello
(1904-1984); «Verdade», Príncipe Perfeito, Lisboa, Edições Gama, 1945
António Gedeão
(1906-1997); «Pedra Filosofal», Poesias Completas (1956-1967), Lisboa, 1971.
Adolfo Casais Monteiro
(1908-1972); «Praia», ‘Confusão’, Versos, Lisboa, Edições Inquérito, 1944
Ruy Cinatti
(1915-1986); «Lembranças...», Archeologia ad usum Animae, Lisboa, Editorial Presença, 2000
Sophia de Mello Breyner Andresen
(1919-); «Promessa», Dia do Mar, Lisboa, Edições Ática, 1961
Jorge de Sena
(1919-1978); «La Tour de Carol, nos Pirenéus», Peregrinatio ad Loca Infecta, Lisboa, 1969
Sidónio Muralha
(1920-1980); «Certeza», Companheira dos Homens, Lisboa, edição do autor, 1950
Raul de Carvalho
(1920-1984); «[Graças a Deus que eu morro]», Elsinore, Porto, Brasília Editora, 1980
Carlos de Oliveira
(1921-1981); «Soneto castelhano de Camões», ‘Terra de Harmonia’, Trabalho Poético, Lisboa, Círculo de Leitores, 2001
Egito Gonçalves
(1922-2001); «[Uma declaração de amor não é acontecimento do]», O Mapa do Tesouro, Porto, Campo das Letras, 1998
Natália Correia
(1923-1993); «Do sentimento trágico da vida», ‘Poemas’, O Sol nas Noite e o Luar nos Dias I, Lisboa, Circulo de Leitores, 1993
Alexandre Pinheiro Torres
(1923-1999); «Escapade», A Terra de Meu Pai, Lisboa, Plátano Editora, 1972
António Ramos Rosa
(1923); «[É por ti que escrevo que não és musa nem deusa]», ‘O Teu Rosto’, Antologia Poética, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2001
Eugénio de Andrade
(1923); «IX. Madrigal», ‘As Mãos e os Frutos’, Poesia, Porto, Fundação Eugénio de Andrade, 2000
Alexandre O’Neill
(1924-1986); «Um adeus português», ‘No Reino da Dinamarca’, Poesias Completas, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.
Daniel Filipe
(1925-1964); «6», A Invenção do Amor, Lisboa, Editorial Presença, 1988
Victor Matos e Sá
(1927-1975); «[Quando os teus olhos absorvem]», Companhia Violenta, Coimbra, Centelha, 1980 .
António Maria Lisboa
(1928-1953); «Z», Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 1995
Fernando Guimarães
(1928); «[O poema nasce]», ‘A Face Junto ao Vento’, Poesias Completas Vol. I: 1952-1988, Porto, Edições Afrontamento, 1994
Fernando Echevarría
(1929); «[Por fim, era a lavoura que lhe retinha os anos]», Geórgicas, Porto, Edições Afrontamento, 1998
Isabel Meyrelles
(1929); «[Tu já me arrumaste no armário dos restos]», O Rosto Deserto, Lisboa, edição da autora, 1966
Albano Martins
(1930); «[Não sei que mistério]», ‘Secura Verde’, Assim São as Algas, Porto, Campo das Letras, 2000
Eugénio Lisboa
(1930); «A capital da memória – I», A Matéria Intensa, Lisboa, Peregrinação, 1985
E. M. de Melo e Castro
(1932); «[de amor se faz amor]», ‘Resistência das Palavras’, Círculos Afins, Lisboa, Assírio & Alvim, 1977
Cristóvam Pavia
(1933-1968); «[Os candeeiros flutuam, líricos, na névoa.]», ‘35 Poemas’, Poesia, Lisboa, Moraes Editores, 1982
António Osório
(1933); «[Um anel te dei]», ‘O Lugar do Amor’, O Lugar do Amor e Décima Aurora, Lisboa, Gótica, 2001
Ruy Belo
(1933-1978); «POVOAMENTO», ‘Aquele Grande Rio Eufrates’, Todos os Poemas, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000
Pedro Tamen
(1934); «[Tenho uma coisa para te entregar]», ‘Escrito de Memória’, Retábulo das Matérias (1956-2001), Lisboa, Gótica, 2001
Manuel Alegre
(1936); «Teoria do amor», ‘Sonetos do Obscuro Quê’, Obra Poética, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1999
Alberto Pimenta
(1937); «A individualidade do meu geral», ‘O Labirintodonte’, Obra Quase Incompleta, Lisboa, Fenda, 1990
Fernando Assis Pacheco
(1937-1995); «Com a tua letra», ‘Cuidar dos Vivo’, A Musa Irregular, Porto, Edições Asa, 1997
Maria Teresa Horta
(1937); «Sem ti», Só de Amor, Lisboa, Quetzal Editores, 199995); «Com a tua letra», ‘Cuidar dos Vivo’, A Musa Irregular, Porto, Edições Asa, 1997
Armando Silva Carvalho
(1938); «A Outra Banda», Lisboas, Lisboa, Quetzal Editores, 2000
Fiama Hasse Pais Brandão
(1938); «Da voz das coisas», As Fábulas, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2002
Luiza Neto Jorge
(1939-1989); «Baixo Relevo», ‘Os Sítios Sitiados’, Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, 1993
Sebastião Alba
(1940-2000); «[Como na cabina rangente de um velho navio]», ‘A Noite Dividida’, A Noite Dividida, Lisboa, Assírio & Alvim, 1996
Gastão Cruz
(1941); «Contrato», Crateras, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000
Inês Lourenço
(1942); «Rua de Camões», ‘Cicatriz 100%’, Um Quarto com Cidades ao Fundo, V. N. Famalicão, Quasi Edições, 2000
Vasco Graça Moura
(1942); «ó meu amor, não te atrases», ‘letras do fado vulgar’, Poesia 1997/2000, Lisboa, Quetzal Editores, 2000
Manuel António Pina
(1943); «O lado de fora», ‘O Caminho de Casa’, Poesia Reunida, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001
José Alberto de Oliveira
(1945); «[teu olhar de infância]», A Água do Nome, Porto, Edições Afrontamento, 1998)
Al Berto
(1948-1997); «Lunário» (excerto), Lunário, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999
José Agostinho Baptista
(1948); «Palavras», Agora e na Hora da Nossa Morte, Lisboa, Assírio & Alvim, 1998
Eduardo Pitta
(1949); «[E só agora]», ‘Um Cão de Angústia Progride’, Marcas de Água, Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1999
Nuno Júdice
(1949); «Rotação», Pedro, Lembrando Inês, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2001
Luís Filipe Castro Mendes
(1950); «Gestos», A Ilha dos Mortos, Lisboa, Quetzal Editores, 1991
Rosa Alice Branco
(1950); «Dia de Aniversário», Da Alma e dos Espíritos Animais, Porto, Campo das Letras, 2001
Carlos Poças Falcão
(1951); «32», Nuvem, Guimarães, Pedra Formosa, 2000
Carlos Saraiva Pinto
(1952); «[atravesso o bosque]», Escrever foi um engano, Porto, O correio dos navios, 2000
Ana Luísa Amaral
(1956); «As pequenas gavetas do amor», Imagias, Lisboa, Gótica, 2002
Luís Miguel Nava
(1957-1995); «Só para mim», ‘Rebentação’, Poesia Completa 1979-1994, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2002
Jorge de Sousa Braga
(1957); «[A borboleta que poisou]», Fogo Sobre Fogo, Lisboa, Fenda, 1998
Luís Adriano Carlos
(1957); «Acróstico», Livro de Receitas, Porto, Campo das Letras, 2000
Maria do Rosário Pedreira
(1959); «[Quando eu morrer não digas a ninguém que foi por ti]», O Canto do Vento nos Ciprestes, Lisboa, Gótica, 2001
Adília Lopes
(1960); «Louvor de Andersen e de Boccaccio», O Peixe na Água, Lisboa & etc., 1993
Daniel Maia-Pinto Rodrigues
(1960); «Mais tarde do que a noite», A Sorte Favorece os Rapazes, Porto, Cadernos do Campo Alegre, 2001
Fernando Pinto do Amaral
(1960); «Segredo», Às Cegas, Lisboa, Relógio D’Água, 1997 .
Francisco Duarte Mangas
(1960); «[A água é tão límpida]», Pequeno Livro da Terra, Lisboa, Teorema, 1996
Francisco José Viegas
(1962); «Diriam de nós», ‘Caligrafias’,Metade da Vida, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2002
José Tolentino Mendonça
(1965); «Uma coisa a menos para adorar», Baldios, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999
João Luís Barreto Guimarães
(1967); «15», 3, Lisboa, Gótica, 2001
Jorge Melícias
(1970); «[Extasiados, os animais detêm-se ao longe,]», Iniciação ao Remorso, Coimbra, A Mar Arte, 1998
Daniel Faria
(1971-1999); «Sei bem que não mereço um dia entrar no céu», Explicação das Árvores e de Outros Animais, Porto, Fundação Manuel Leão, 1998
Beatriz Reina
(1971); «[Sinto que podia escrever o mar sobre os nossos]», O Meu Amor no Teu Coração, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 1999
valter hugo mãe
(1971); «[as garças já não passam]», três minutos antes de a maré encher, V. N. Famalicão, Quasi Edições, 2000
José Mário Silva
(1972); «O teu olhar sustenta o céu imenso», Nuvens & Labirintos, Lisboa, Gótica, 2001
Pedro Mexia
(1972); «Eu amo», Avalanche, Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2001
Joaquim Cardoso Dias
(1973); «O Preço das Casas», O Preço das Casas, Lisboa, Gótica, 2002
José Luís Peixoto
(1974); «[mãe, cada palavra que me ensinaste (...)]», A Casa, a Escuridão, Lisboa, Temas e Debates, 2002
Jorge Reis-Sá
(1977); «[a cadeira está vazia, um corpo ausente]», A Palavra no Cimo das Águas, Porto, Campo das Letras, 2000 .
Pedro Sena-Lino
(1977); «[peregrinação]», Constelação dos Antípodas, Lisboa, Litera Pura, 2000

valter hugo mãe e Jorge Reis-Sá são os responsáveis pela Quasi Edições. Ambos mantêm um percurso na literatura; hugo mãe prepara a edição do seu oitavo livro de poesia, Reis-Sá publicou três livros de poesia e prepara o seu primeiro romance. Organizaram várias antologias; Reis-Sá é responsável pela reunião dos poetas dos "Anos 90 e Agora", hugo mãe antologiou Adília Lopes, Saúl Dias, e também os poetas que Amália cantou, bem como 100 poemas com a palavra futuro a convite da Porto 2001.


April 06, 2003
BOA!BOA!

Confesso estar muito agradado com a vossa edição de 100 poemas para sms.
Continuem assim originais!

Duarte Barrilaro Ruas