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Ano 2000 e Informática - Mini-Guia para os Gestores das PME
 
Ano 2000 e Informática - Mini-Guia para os Gestores das PME
 
Autor: António Pinto Morais
Nº Páginas: 88
ISBN: 972-8426-06-2
Dep. Legal: 124.570/98

Preço (papel): 9,73 Euros)
Preço (digital): 4,86 Euros
Data da 1ª Edição: Jul/98
Colecção: Sociedade de informação
Sumário Executivo
Índice

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Sumário Executivo

OBJECTIVOS

  • Esclarecer os leitores sobre o "Problema do Milénio" nos computadores.
  • Expor as causas e os seus possíveis efeitos no dia-a-dia das PME.
  • Fornecer algumas pistas e ideias para a correcção dos problemas.

O QUE PODE PROVOCAR ESSE DITO "PROBLEMA"?
Ouve-se dizer que em 1 de Janeiro de 2000:

  • Bolsas de todo o Mundo não funcionam;
  • cofres dos Bancos abrem-se automaticamente;
  • impostos e multas de 1999 poderão voltar a ser cobrados;
  • uma chamada telefónica de 3 minutos da Europa para os EUA que tenha começado no fim de 1999 pode custar milhares de contos;
  • deve-se evitar andar de avião, comboio, carro na passagem do ano......
  • o que há de verdade em tudo isto?

Ou seja, trata-se de uma ameaça séria para a economia global onde todos (e as PME em particular) vivemos e trabalhamos.

O QUE É?

  • Uso do ano com dois dígitos (no lugar dos quatro dígitos que seriam necessários) na maioria dos sistemas informáticos que não possibilita cálculos correctos com datas;
  • Tratamento do ano 2000 sem considerar que ele é bissexto;
  • Uso de 19 e 20 para definir séculos;
  • Erros de equipamentos, ferramentas e outros produtos com "chips" (micro-processadores) embebidos que controlam datas.

É uma realidade complexa e muito alargada, sem contornos muito precisos. Cada caso é um caso....

PORQUE APARECEU?

  • Basicamente teve origem nos anos 60, 70 e 80 porque era necessário poupar memória e espaços de armazenamento de dados e informações nos computadores.

E afinal de quem é a culpa?

COMO SE PODE CORRIGIR?
TEM SOLUÇÃO?

Infelizmente não existe uma solução normalizada para resolver o problema:

  • todos os "chips" têm que ser inspeccionados (e substituídos os incorrectos);
  • as aplicações informáticas que usem e tratem datas terão que ser analisadas... e convertidas;
  • todos os equipamentos informáticos devem ser verificados.

Ou seja, tem solução, ou melhor, soluções, mas que consomem recursos e tempo. E isso implica uma gestão criterio-sa dessas correcções.
Se tudo não puder ser feito a tempo tem que se definir prioridades de actuação que permitam assegurar a continuidade das operações vitais para a garantia da continuidade de serviço aos Clientes.

É UM PROJECTO VITAL?

  • Sim, porque se não forem feitas as correcções exactas, pode estar em causa a sobrevivência das empresas (especialmente das PME).

O Ano 2000 não é apenas mais um projecto informático, como já ouvi dizer! Tem custos, implicações legais e comerciais (em cada empresa, nos Estados e com repercussões mundiais).
E não pode ser adiado: tem uma data limite (01 de Janeiro de 2000).

FUNÇÃO DO ESTADO?

  • Varia de País para País. Nos países mais industrializados o Estado assumiu, já há algum tempo, um papel preponderante e activo em todo o processo.

Em Portugal pensamos que o problema ainda não assumiu as mais correctas proporções. Principalmente no sector privado e nas PME estamos ainda muito longe de uma situação satisfatória. Até quando?
Se o Estado não der o exemplo como pode obrigar o sector privado a acelerar o processo? Se os cidadãos não tiverem conhecimento dos sistemas problemáticos e dos planos de emergência de uma forma aberta e clara, sendo constante-mente informados sobre o seu estádio e criando uma "empatia" e necessidade de consciencialização colectiva do problema 2000, como se poderá garantir a imprescindível preocupação colectiva das acções correctoras?
Esta atitude seria geradora de um clima de segurança que se poderia concretizar através de uma simples frase: " Não haverá repercussões do problema do Ano 2000 nos Serviços Públicos".
Na maioria dos Países da Comunidade Europeia pensa-se que o Governo deve cooperar activamente com o sector privado aconselhando e cooperando com as grandes empresas e APOIANDO REALMENTE as PME (através de acções de informação, formação, acesso a bases de dados internacionais, alterando prioridades em programas de apoio comunitário) numa acção mista de SUPORTE CONCRETO e PRESSÃO para a concretização efectiva dos planos.
O Governo também deve assegurar e controlar a dimensão internacional do problema (banca, defesa, comunicações, energia e transportes, como sectores mais significativos).
INFORMAR, APOIAR e EXERCER PRESSÃO serão as palavras chave da actuação dos Governos.

QUE É QUE AS PESSOAS E O SECTOR PRIVADO PODEM FAZER?

  • A acção mais importante é começar a questionar-se acerca da situação efectiva e dos factos: tenho algum problema? Se sim, é grave? O que se está a fazer para o resolver? E as empresas com que estou relacionado também o estão a fazer? E se alguma operação importante falhar tenho algum plano de emergência?

Estas são as perguntas que um gestor (Estado, Administração Pública ou Local e Privados), em grandes ou pequenas organizações e empresas, deve saber responder.

CONSELHOS FINAIS

  • O problema do Milénio nas Tecnologias da Informação, nos Computadores e Equipamentos com datas merece muita atenção.... e preocupação;
  • A consciencialização dos Gestores das PME é prioritária e fundamental;
  • Não existem soluções mágicas;
  • Os esforços não podem ser isolados (estamos num mundo global em que as informações se interligam);
  • Não é um problema exclusivo da área da Informática;

As correcções já deviam ter começado....

"É TEMPO PARA ACORDAR" (lema da TaskForce2000 do Governo Britânico)

NOTA: Para evitar o recurso a glossários de termos técnicos no final da obra tentámos usar uma linguagem simples e directa, em que os poucos termos técnicos utilizados têm uma explicação imediata.
Aos colegas de profissão as desculpas por eventuais erros ou omissões de carácter técnico cometidas.
Aos gestores e responsáveis das PME a quem este texto é primordialmente dirigido também as desculpas por algum aspecto menos clarificador.


Índice

  • I. PREÂMBULO. ALERTA MÁXIMO
  • II. PROBLEMA ANO 2000: O QUE É? A ORIGEM....
  • Opção anos 70 e 80. Reduzir informação não fundamental.
  • Formato das Datas: a Génese do Problema.
  • Outros problemas adicionais.
  • III. ESTÁ BEM. MAS AFINAL O QUE É QUE ESSE "PROBLEMA DO MILÉNIO" PODE PROVOCAR?
  • Chega de teorias. E problemas práticos?
  • E para complicar a pintura: Seria bom se fossem apenas os sistemas informáticos. E os equipamentos?
  • Por fim: Ano 2000 e EURO — os problemas estão relacionados?
  • Afinal, de quem é a responsabilidade desta confusão?
  • IV. SISTEMAS EMBEBIDOS: A MAIOR E MAIS GRAVE AMEAÇA.
  • O que são?
  • Mas onde é que encontramos esses sistemas?
  • Está bem. E quais os sistemas mais vulneráveis?
  • Ano 2000 e Sistemas Embebidos. Afinal os problemas já começaram.
  • V. PARA REFORÇAR. SÓ ALGUNS DADOS ESTATÍSTICOS
  • E quem acarreta com os custos disto tudo?
  • Sou dono de uma pequena empresa. O que me pode acontecer?
  • VI. O QUE É PRECISO FAZER?
  • Mas em relação à conversão das datas não existem soluções standard?
  • Alguns conselhos práticos...
  • Ano 2000: o PROJECTO.
  • Como contratar serviços de apoio externo: algumas regras.
  • Conformidade com o ano 2000: o cerne do problema.
  • E os históricos?
  • Tudo isto tem custos... por vezes bem elevados!
  • No meio disto tudo se calhar até não faço nada... e depois logo se vê!
  • VII. AJUDAS. A QUEM ME DEVO DIRIGIR?
  • Alguns contactos possíveis.
  • VIII. RESUMO FINAL
  • IX. ANEXOS
  • Conteúdo do CD-ROM que acompanha este livro
  • Resultado (resumo) de um Questionário Ano 2000 efectuado junto a Gestores das PME.
  • Inquérito 2000 (RESPONDA POR FAVOR).
  • Curriculum e agradecimentos.