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ed_letras_10.gif (1292 bytes) Livros do ano

   

GESTÃO

Pelo quarto ano consecutivo elegemos as melhores obras internacionais de gestão
e tecnologia e as de autores nacionais

Por Jaime Fidalgo Cardoso
Ganhou o galardão da consultora Booz Allen e do Financial Times para o melhor livro do ano e o Prémio McKinsey para o melhor artigo de 1997 da Harvard Business Review. Arie de Geus revela o segredo da longevidade das empresas. Hoje, as empresas precisam de grupos de génios que sabem explorar o potencial da colaboração criativa e não de heróis solitários. Nesta obra, os autores investigaram o comportamento de seis grupos excelentes em diversos sectores de actividade. O autor defende que as empresas vencedoras são aquelas que sabem criar verdadeiras «máquinas de liderança». Um dos exemplos apontados é o de Jack Welch, que dedica 30% do seu tempo ao desenvolvimento de líderes. É uma obra que abordaremos numa das próximas edições.
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The Living Company, por Arie de Geus (Harvard B. S. Press e Nicholas Brealey). Organizing Genius, por Warren Bennis e Patricia Ward Biederman (Addison Wesley). The Leadership Engine, por Noel Tichy e Eli Cohen (Harper Business).
O novo livro de dois mestres da gestão destaca o papel dos indivíduos como fonte de criação de valor nas empresas. É o fim do mito do «homem da organização», popularizado nos anos 20, e o nascimento das empresas individualizadas Será que a função de gestor de recursos humanos será cada vez mais decisiva para as empresas ou tenderá a perder peso institucional? Qual será o futuro papel do gestor de recursos humanos? Neste livro encontra a opinião de 48 peritos mundiais sobre o tema John Case é considerado o pai do conceito de open-book management (gestão em livro aberto). Nesta obra revela as lições de mais de 100 empresas que apostaram, com sucesso, na estratégia da transparência dos seus resultados financeiros
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The Individualized Corporation, por S. Ghoshal e C. Bartlett (Harper Business).

Tomorrow´s HR Management, por Dave Ulrich (John Wiley & Sons).

The Open-Book Experience, por John Case (Nicholas Brealey e Addison Wesley).
A gestão do conhecimento é o conceito que maior interesse tem suscitado junto da comunidade académica e empresarial. Depois de Intellectual Capital, em 1997, o livro Working Knowledge, dos especialistas Thomas Davenport e Laurence Prusak, é o grande lançamento de 1998. Ameaça tornar-se a principal obra de referência sobre o tema Chamam a Regis McKenna o pioneiro do marketing moderno. Parte dessa fama advém do sucesso dos livros Realtionship Marketing e Real Time. Neste, o autor defende que as empresas têm de aprender a competir em tempo real. Ou seja, respondendo aos anseios dos consumidores instantaneamente. Os exemplos apontados são os da Intuit e da Federal Express No best-seller Job Shift William Bridges traçou os novos contornos do mundo do trabalho, no qual a visão tradicional do emprego deixou de fazer sentido. Neste novo livro ensina o leitor a ser o patrão da sua própria carreira. O objectivo é o de gerir a carreira como se de uma empresa se tratasse. Uma empresa chamada Você, S. A. — termo cunhado pelo inevitável Tom Peters
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Working Knowledge, por T. Davenport e L. Prusak (Harvard Business School Press).

Real Time, por Regis McKenna (Harvard Business School Press).

Creating You & Co., por William Bridges (Nicholas Brealey).
Um livro que é uma excelente contribuição para o aprofundamento dos estudos sobre liderança. Para o autor o principal requisito do líder do futuro é a sua capacidade de aprendizagem contínua. Repleto de exemplos práticos, o livro ensina como os gestores de topo podem criar um ambiente que maximize o potencial dos seus colaboradores. A zona de lucro (profit zone) é a parcela da actividade da empresa que gera lucros. Para os autores os lucros a longo prazo devem-se sobretudo ao mo-delo de estrutura organizacional escolhido. Entre os 12 case studies apontados estão empresas como a Microsoft, Intel, GE, Swatch e ABB. O livro será condensado numa das próximas edições da Executive Digest. Neste novo livro Charles Handy prova porque é considerado o maior pensador europeu da actualidade e um digno herdeiro de Peter Drucker. É uma visão pessoal e intimista sobre os efeitos secundários do sistema capitalista e o que nós podemos fazer para o tornar mais justo. Um livro essencial, emotivo e provocador .
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High Flyers, por Morgan W. McCall, Jr. (Harvard Business School Press).

Profit Zone, por Adrian Slywotzky e David Morisson (Times Books).

The Hungry Spirit, por Charles Handy (Hutchinson).

As 6 melhores biografias empresariais

Matsushita Leadership, por John Kotter (Harvard B. S. Press). A história do fundador da Matsushita Electric Corporation, que John Kotter, o reputado professor de Harvard, considera o maior empresário do século.
The World According to Peter Drucker, por Jack Beatty (Free Press). A biografia que faltava sobre o homem que inventou a gestão e que, aos 89 anos, continua a influenciar sucessivas gerações de gestores.
Overdrive, de James Wallace (John Wiley & Sons). Bill Gates é incontestavelmente a grande personalidade do mundo dos negócios deste século. Esta biografia incide sobre a corrida para o domínio da Internet.
I’d Like the World to Buy a Coke, de David Greising (John Wiley & Sons). Roberto Goizueta liderou com inegável mestria a Coca-Cola nos últimos 16 anos. Faleceu em 1997 com cancro do pulmão. A obra é um justo tributo ao gestor cubano que tornou a Coca-Cola uma lenda.
Corporate Man to Corporate Skunk, por Stuart Crainer (Capstone). Ame-se ou odeie-se, a gestão não seria a mesma sem a irreverência de Tom Peters. Esta é a história do pai dos best-sellers de gestão.
Jack Welck and the GE Way, por Robert Slater (McGraw-Hill). Chamam a Jack Welch o melhor gestor do mundo. O autor explica porquê.

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