- Na Evidentemente que há sarcasmo no
«Princípio de Dilbert», mas neste fim de século, com tantas mudanças, é extremamente
interessante haver alguém como Scott Adams, que foi alvo dum downsizing, a escrever uma
série de realidades sobre o nosso futuro e fazer banda desenhada de uma forma cómica, em
que até impressiona no bom sentido os gestores de topo e, inclusivamente, lhes dá
orientações, para talvez se conseguir um futuro melho.
Augusto Küttnerde Magalhães
Porto
- Gostaria de lhes dar os parabéns pelo
óptimo trabalho da Digital. Para mim, o vosso site é muito interessante, porque estudo
Administração de Empresas, e principalmente a edição digital, pois interesso-me por
informática e trabalho com homepages.
Pablo Finotti (Brasil)
pfinotti@algar.com.br
- Gostaria de dar os parabéns à revista
pelos temas abordados, sendo a sua leitura de suma importância para executivos e
empresários. Agradecia que me informassem sobre as instituições de ensino em Portugal
que ministrem cursos de mestrado (MBA) à distância.
Renato Santos Figueiredo,
São Paulo, Brasil
jlopes.soares@biw-ag.
Nota da Redacção Na nossa próxima edição encontrará toda a
informação sobre MBA. Fique atento.
- Foi um verdadeiro prazer ler o artigo de
opinião na edição de Fevereiro. Espero que tal se repita, a bem da inteligência e da
originalidade, para não falar da elegância da prosa.
J. Lopes Soares
jlopes.soares@biw-ag.de
- Gostei de ver o livro Cybercorp, de James
Martin, na Executive Digest. Penso que é uma óptima antevisão do futuro imediato (e que
já está a acontecer no presente). Sugiro que publiquem um resumo de outro livro do mesmo
autor, The Great Transition, que é uma abordagem de excelência à qualidade e
reengenharia, que James Martin designa por enterprise engeneering.
Carlos Neves
cneves@despodata.pt
N. R. O livro The Great Transition é excelente, mas foi lançado
em 1995. E a nossa política é a de divulgar as novidades editoriais. Obrigado, porém,
pela sugestão.
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- Parabéns pela vossa revista. Tem sido uma
ajuda fundamental no meu desenvolvimento dentro da minha empresa. Sou quadro técnico da
empresa Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S. A. Apreciei a revista Digital
n.º 0, de tal modo que gostaria de reproduzir na íntegra o vosso artigo sobre motores de
pesquisa no nosso jornal da empresa.
Aurélio Garcia
Stcp.dtl@mail.telepac.ptn
- Acabo de ler na Executive Digest n.º 41
um dos piores artigos que alguma vez pude ler acerca de temas informáticos, «Compaq
a empresa do ano». O artigo peca por grandes falhas quer no que diz respeito à
tradução, quer no que diz respeito à verdade dos factos.Se é verdade que tanto a IBM
como a Digital terão sido empresas líderes no que diz respeito ao fornecimento de
mainframes, ou sistemas de grande porte, já o mesmo não é verdade em relação à HP,
que nunca viu neste mercado o seu grande negócio. A título de exemplo ficaria melhor a
Sperry ou a Nixdorf.Se por um lado afirmam no artigo que a Compaq entrou no mercado dos
grandes computadores, tal nunca seria possível com base nos chips fabricados pela Intel.
Só dentro de alguns anos é que se prevê que os chips fabricados pela Intel e em
associação com a HP venham a ter capacidades semelhantes aos melhores Alpha da Digital e
até a alguns Motorola que equipam os Macintosh. Por outro lado, só desde há bem pouco
tempo é que o Windows NT tem vindo a adquirir algum significado no mercado dos servidores
de médio porte.O sucesso da Compaq deve-se em parte ao Windows, mas à versão 95, que
equipa os seus computadores pessoais. No vosso artigo falam em clones de «desktops», o
que quer que seja que isso quer dizer... mas mais grave é que fazem com que a Wintel
pareça uma empresa. Neste contexto quando se fala em Wintel está-se a falar da
associação WINdows (ambiente gráfico/sistema operativo) com os processadores fabricados
pela inTEL. É verdade que o número de plataformas que usam NT tem vindo a crescer, ainda
assim o S. O. mais utilizado em ambientes cliente/servidor é o UNIX, que não é uma
empresa. Ao contrário do que dizem, há uma década um servidor não seria mais um PC.
Hoje é que as capacidades dos PC se aproximam dos servidores.
João Castel-Branco
maremagnum.nospam@yahoo.com
N. R. Agradecemos os reparos, embora lamentemos o tom ofensivo.
Concordamos que o texto poderia induzir o leitor a pensar que a Wintel é uma empresa.
Quanto às demais críticas apontadas, sugerimos que contacte o autor do referido artigo,
publicado pela Forbes, dado que o texto está conforme o original.
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